Setor Público

Programas que são entregues — não só assinados

Chegamos com a arquitetura técnica e a estrutura de project finance já mapeadas. É isso que destrava decisões dentro do setor público.

A realidade do B2G

Por que programas públicos de tecnologia travam

A maior parte das decisões de tecnologia no setor público morre no espaço entre a intenção e o orçamento. A arquitetura é aprovada, o fornecedor é selecionado — e o programa fica esperando o próximo ciclo fiscal que nunca libera totalmente os recursos necessários.

Fechamos esse vão estruturando project finance junto com a proposta técnica, desde o primeiro dia. Nossa entidade em Dubai (FZE) nos permite trazer estruturas internacionais de financiamento para programas públicos africanos sem forçá-los às restrições de uma única linha orçamentária anual.

E como respondemos tanto pela estrutura financeira quanto pela entrega técnica, não sobrevivemos a um programa pela metade — nosso incentivo é o mesmo do cliente.

Modelo de entrega — B2G

Seis etapas, com financiamento embutido

O mesmo modelo de entrega usado em programas corporativos, mais uma sexta etapa exclusiva do setor público: estruturação de project finance.

  1. Descoberta

    Contexto estratégico e técnico — incluindo a restrição de financiamento, não apenas a técnica.

  2. Desenho

    Arquitetura de referência e roadmap do programa, defensável dentro do gabinete, do ministério e do tesouro.

  3. Sourcing

    Seleção de marca apoiada em exclusividades e em poder de compra somado.

  4. Integração

    Implantação, testes e cutover conduzidos pelo mesmo time de engenharia que desenhou a arquitetura.

  5. Operação

    Operar, evoluir e governar — com SLAs mensuráveis e um caminho claro de transferência.

  6. Project finance wrap

    Financiamento estruturado junto da proposta técnica desde o primeiro dia. Esta etapa é a que destrava as outras.

    Apenas B2G

Onde isso aterrissa

Áreas de aplicação

Modernização de plataformas críticas

Plataformas tributárias, aduaneiras, previdenciárias e de registros que precisam continuar operando enquanto são modernizadas.

Cidades inteligentes

Sensoriamento urbano, mobilidade e serviços ao cidadão entregues como programas integrados — não como pilotos desconectados.

Saúde digital

Interoperabilidade clínica, identidade do paciente e plataformas operacionais em redes de hospitais públicos.

Identidade & e-Gov

Programas de identidade civil e os serviços digitais que dependem deles, desenhados para escala nacional desde o início.

Como engajamos

Da primeira conversa a uma proposta estruturada

Os pontos de entrada variam — um gabinete técnico, um ministério, uma empresa estatal. O padrão é o mesmo: uma conversa inicial de scoping sob NDA, um discovery conjunto para alinhar a arquitetura à restrição de financiamento, e uma proposta estruturada que liga o escopo técnico a um caminho financeiro crível.

O tempo da primeira conversa a uma proposta estruturada depende da complexidade do programa e da maturidade do requisito de financiamento. Andamos rápido quando o brief é claro, e dizemos quando ele não é.

Todas as conversas são confidenciais. Não publicamos nomes de programas públicos com os quais trabalhamos.

Tem um programa público que precisa destravar?

Traga o brief. Voltamos com um caminho que inclui o financiamento — não apenas a arquitetura.